[Sinopse] Drama, comédia, romance, tristeza, alegria, desilusão, viver é isso, cada segundo um novo take. Interpretação genial, canastrice sem igual? Fazer o quê? A personagem do momento é você, com ou sem aplausos vamos levando a peça, ora tropeçando na fala, outras cancelando o show ou adiando a estréia. Que importa! Pra vida não tem volta, é entrar em cena e enfrentar o público até a cortina fechar. Real ou ficção, enquanto estivermos no palco da vida não tem jeito, portanto: Luzes, câmeras, ação!!
Trilha sonora Cassia Eller Malandragem A imagem muda ao atualizar!
LANÇAMENTO! ![]() 2006 Busco nas letras explicar a estranha que habita em mim, às vezes apaixonada, enlouquecida e desvairada ou tão triste e infeliz como se a alma lhe houvesse sido roubada. Poemas publicados:
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Cão de guarda do Studio
preguiça Eu só peço sinceridade, por que com verdade suporto tudo, não sou dada à ficção, prefiro o que brota da terra fertilizado pelo coração. nessa Gentile |
Pintando o Set é baseado em fatos virtuais, e assim, qualquer semelhança com a realidade poderá ser
mera coincidência, ou não. Sem classificação estabelecida e gênero definido, tem como única proposição
incitar o imaginário alheio. A interpretação é sua!
![]() Sábado, Janeiro 28
post-duzido e dirigido por pulg@
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a cena é sua:
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Sábado, Janeiro 21
Fiquei uns 5 minutos esperando a mamãe canarinho da terra vir alimentar os filhotinhos pra conseguir esta foto. Ela punha super rápido a comidinha na boquinha de ambos e voava pra buscar mais...antes que eu fosse embora da fazenda eles deixaram o ninho e voaram pro mundo... post-duzido e dirigido por pulg@
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a cena é sua:
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Quarta-feira, Janeiro 18
Ó eu aqui traveiz! Tou parecendo os teletubbies ...de novo...de novooo...de novoooo publicaram poema meu no Jornal Zero Hora, cliquem no jornaleirinho pra ver. Tá, sei que já é a quarta vez que isto acontece, que sempre conto pra vocês, que já tá chato, repetitivo...etc e etc...mas fazer o quê? Não controlo meu ego e se não espalhar a notícia que graça tem né? E depois assim...digamos que eu fique famosa um dia, me torne uma escritora de sucesso, vocês poderão dizer: conheci a pulga quando era nadica de nada, obrigava a gente a comentar as melecas que escrevia e olha ela hoje...quem diria! Tenho razão ou não? Não? Também acho, este papo é nada a ver, pra encher morcilha (post) mesmo. Ah...sei que já deveria ter respondido e-mails, ido visitar e agradecer vocês pelos recadinhos enquanto estive fora, mas não é legal ir em alguns e deixar outros pra depois, por isso vou fazer todos de uma vez quando tiver um tempo maior. É que eu fiquei tão ausente de tudo neste tempo que viajei que até me inteirar demora, o tico e teco ainda tão tentando se entender e no meio disso aniversários, papinho com minhas duas irmãs, (assunto nunca acaba), trocentas mil fotos que bati e preciso organizar (sou uma japinha, se duvidar tiro foto do cocô do cavalo)...enfim...tou atolada! Nãoo!! Não é no cocô do cavalo, (se bem que dizem dar sorte) é de coisas pra colocar em dia, mas como escrevi ano passado tou feito bêbe, um passinho de cada vez, *de maneiras que* tardo mas não falho tá bem? Tava esquecendo, Ricardo seu peste, ninguém nem tinha notado o *mardito*, mas tem volta...espera!! Minha vingança será malignaaa!! beijooo pra todo mundo! post-duzido e dirigido por pulg@
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a cena é sua:
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Sábado, Janeiro 14
Sou deste chão, sou da terra a raiz, sou a relva do campo e pra sempre serei... Como diz a letra da música, esta sou eu! Não tem jeito, está escrito em algum lugar do meu destino sei disso quando sinto o abraço da mata, o beijo do vento, o suspiro do ar, o perfume que a terra exala quando me vê e escuto a natureza cantando pra me receber. Se acreditasse em outras vidas diria que fui um inço, daqueles que crescem entre as pedras, aparecem nos lugares mais inusitados e mesmo quando arrancados teimosamente renascem. Minha mãe contava que eu adorava comer terra quando bebezinho, enchia a mão, tacava na boca e depois olhava pra ela rindo, acho que foi isto, senti o gostinho e nunca mais esqueci, é isso aí...estava escrito, eu só cumpri. Mas voltar é preciso e o coração meio que baqueia nesta hora, o olhar lacrimeja e busca maneiras de talhar na memória meu lugar no mundo, no fundo sou uma caipira urbanizada, no raso... me afogo frustrada. beijo de saudades post-duzido e dirigido por pulg@
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a cena é sua:
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